Soturno

SOTURNO
Autor:
Carlos Jorge


Quando o empíreo veste seu véu negro

Sinto-me inebriado por completo

Gemidos de alacridade, estou ledo…

Nossa! Eu amo tanto a escuridão!

Ela regenera o meu coração…

É o cério que acende a minha alma

Sinto dentro do meu ser, queimando…

Amo a noite, casei-me com a solidão.

Na calada da noite, estarei lá…

Vagando nas sombras, soturno…

Contemplando o luar, taciturno…

É a minha lide, é a minha vida.


19 de novembro de 2007

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